Como Manter-se Aquecido

Olá amigos,

Na newsletter anterior, demos a dica de uma trilha para ser feita com redes ao invés da tradicional barraca, a trilha da Joatinga. Com a temperatura baixando cada vez mais lá fora esta é uma ótima oportunidade para escrever sobre como se manter aquecido, principalmente em redes.

A perda de calor do nosso corpo é uma interação complicada que envolve condução, convecção, radiação, evaporação e respiração. Para o máximo conforto, gerenciar a perda de calor também significa gerenciar a umidade do corpo através da respiração e transpiração.
Os exemplos seguintes podem ajudar a ilustrar a batalha para que o corpo humano mantenha-se aquecido:
Define-se condução a transferência de calor de um objeto aquecido a outro frio, quando os dois estão em contato direto, como por exemplo, quando o corpo esta em contato com ar gelado ou com uma roupa molhada. A transferência através de convecção envolve movimento, como uma corrente de ar que carrega o calor para longe. Radiação é a transferência de calor através do espaço tal como a radiação de calor do sol na terra. Transferência de calor evaporativa evolve o calor necessários para evaporar a umidade liberada pelos poros. E por último a perda de calor expelida através da transpiração.

Um estudo científico descobriu que o corpo humano perde até 76% do calor através da condução, convecção e radiação; os 24% restantes é perdido através da evaporação, transpiração e respiração.

A boa noticia é que modernos materiais hi-tech estão nos dando muita munição para combater a perda de calor. Isolamentos de espessuras grossas com minúsculos espaços de ar “morto” usados em sacos de dormir e isolantes térmicos, e grossas roupas como fleece, são muito efetivas contra a perda de calor através da condução e convecção. O ar é um dos melhores isolantes térmicos conhecidos e o segredo dessas roupas é manter o máximo de ar retido ao seu redor. Tecidos com fios entrelaçados, a prova de vento e refletivos podem consideravelmente reduzir a perda de calor através da convecção e radiação, mas em contra partida retém condensação indesejada. A perda de calor através da evaporação é a mais difícil de ser combatida. A umidade aumenta em 13 vezes a perda de calor. Dica útil: nunca durma com as meias que vc caminhou, principalmente se forem de algodão. O seu pé não vai esquentar nunca!

Todos nós já ouvimos falar que cores escuras “absorvem” mais o calor da radiação solar que as cores claras. O que acontece na realidade é que as cores escuras simplesmente transferem a maior parte do calor da radiação solar para a sua pele, enquanto a as cores claras refletem parte desse calor. Então partindo do princípio que você é a fonte de calor em um saco de dormir, usar cores claras em volta de seu corpo irá refletir o calor de volta ao seu corpo, enquanto que as cores escuras irão permitir que o calor escape mais facilmente. Esta é provavelmente a razão porque os ursos polares são brancos.

Como já foi dito na newsletter nr. 4, o uso de isolante auto-inflável ou eva expandido ajuda bastante no isolamento. O auto-inflável oferece um melhor desempenho e conforto, devido à camada maior de ar que ele retém. Prefira sempre os que tem a propriedade antiderrapante, o mais indicado para ser usado em redes, evitando de você não acordar fora dela.

Outras dicas que não envolvem a compra de equipamentos extras são as seguintes:
Evite o vento, armando sua rede em locais protegidos. Basta procurar árvores ou rochas no lado protegido da montanha ou pico e prestar atenção na direção do vento. Se o vento estiver entrando longitudinalmente pelo toldo da rede, vai haver maior troca do ar e consequentemente, maior resfriamento.
Coma bem e constantemente. Nosso corpo produz calor consumindo calorias, principalmente quando estamos dormindo. Estar mal alimentado significa que o corpo irá produzir menos calor. Ingerir alimentos quentes à noite ajudam também no frio, principalmente líquidos como sopas e chás, que têm poder calorífero. Você sente isso depois de tomar uma boa xícara de chá quente, não?
Quase 70% da perda de calor é através da cabeça, então esteja certo que ela estará bem protegida. Se ela não estiver aquecida o corpo irá diminuir a circulação sanguínea (aquecimento) para seus pés, pernas, mãos e braços com o objetivo de reaquecer sua cabeça.

A conclusão que podemos tirar deste tema é que o grande impacto do frio esta diretamente relacionado ao conhecimento sobre o mesmo. Aqueles que conseguem dominar o assunto, suas causas e conseqüências, estão menos suscetíveis a uma noite fria e mal dormida. Se prepare bem e passe a noite sorrindo!

Abraços, até a próxima newsletter.

Christian Fuchs

Joatinga de Rede

Olá amigos,

Na newsletter anterior, falamos um pouco sobre caiaque oceânico, este número até atrasou um pouco porque junto com a Kampa resolvemos inovar e enviar além das tradicionais dicas sobre redes, dicas sobre trilhas que podem ser feitas sem levar barraca, somente com rede de dormir.

A ponta da Joatinga é uma caminhada muito legal que, mescla Mata Atlântica com praias de primeira qualidade. É o cenário ideal pra você botar a sua rede pra funcionar. A vantagem de ter menos peso na mochila, te faz viajar mais leve, ser mais rápido, ir mais longe e se desgastar menos, assim sobra mais tempo pra aproveitar as praias!

O tempo ideal que se gasta pra fazer essa caminhada são de três dias, num ritmo tranqüilo, aproveitando as praias e cachoeiras, mas sem deixar de suar a camisa. O melhor é começar essa caminhada pelo cais de Parati. Em um final de semana prolongado, não é difícil encontrar um barquinho que esteja indo pro Pouso da Cajaíba. Duas horas e meia de viagem por um visual belíssimo é o tempo aproximado de barco até à praia do Pouso, de onde sai a trilha para Martins de Sá, uma das praias mais bonitas desse circuito. Essa trilha geralmente dura uma hora e meia e é através de um “subidão” e depois uma “decidona” no meio da mata. Se quiser conhecer mais praias, e somar mais um dia na sua caminhada pede para o barqueiro deixar você na praia Deserta, no começo da enseada do Pouso da Cajaíba e não deixe de visitar a cachoeira na praia Grande. Atravessando mais 3 praias, vc chega no Pouso da Cajaíba.

Já do lado do mar aberto da Ponta da Joatinga, Martins de Sá tem boas ondas e é local de morada do “seu” Maneco, um dos caiçaras mais conscientes que eu conheço. “Seu” Maneco mantém uma área de camping com várias árvores lindas de frente para a praia pra se armar um acampamento de redes, tem banheiros sempre limpinhos, serve refeições e cuida para que sempre se tenha um clima de paz. Só não se esqueça de levar sempre o seu lixo embora.

Se você leu nossa dica número 3, da maneira correta de se dormir em redes, terá tido uma noite maravilhosa e estará mais preparado para encarar o segundo dia de caminhada, o mais puxado de todos! Após a mini praia de Cairuçú, começa uma bela subida no meio da mata, vencendo a serrinha da ponta Negra, para chegar na praia de mesmo nome, também muito bonita. Pode-se conseguir facilmente um local para armar as redes no Cairuçu também, dependendo de quantos dias se dispõe pra caminhada. Conversando com o “Seu” Aprígio, único morador local, pode-se até estender as redes no ranchinho das canoas, com o pé na areia. Nem de toldo vai precisar… Não esqueça de abastecer o seu cantil antes da subida. Pode-se também encontrar pequenos restaurantes, que servem refeição. A praia de Ponta Negra é de tombo e fica recuada, entre costões de pedra.

No próximo dia, passa-se pelas praias de Antigos e Antiguinhos, que são muito bonitas. Fique atento para essa dica: existe um pocinho maravilhoso, seguindo o riozinho que corta a praia de Antigos, um pouco pra dentro do mato, com vista pra praia e tudo! Vale a pena a parada!

Após mais um morrinho, avista-se a praia do Sono, já com bem mais gente, campings e surfistas, pois o acesso já começa a ficar mais fácil. Passando por uma trilha bem batida e larga, chega-se finalmente ao povoado de Laranjeiras, vizinha de Trindade, de onde sai um ônibus, que volta para Parati. Só não deixe pra voltar à noite, pra não correr o risco de perder o último ônibus!

Dicas:

Enquanto a Kampa não coloca logo o BugStop para venda, não se esqueça de levar o repelente, pois como em todo lugar isolado, os borrachudos imperam!
Apesar de dar pra contar com as refeições nos feriados, leve também guloseimas e coisas pra comer ao longo da trilha.
E o mais importante: respeite sempre a cultura local e não poupe esforços para preservar esse lugar como ele é!

Links interessantes para consultar antes de partir para a trilha:

Horário de ônibus Trindade – Paraty

Mapa da trilha da Ponta da Joatinga

Google Maps

Abraços, até a próxima newsletter e se tiverem algumas trilhas como sugestão nos envie.

Christian Fuchs

Caiaque oceânico

Olá amigos,

Na newsletter anterior, falamos um pouco sobre como evitar o frio na hora de dormir nas redes. Neste número, vou falar um pouco sobre caiaque oceânico.

Era o ano de 1997 quando um amigo me convidou pra fazer uma expedição em caiaque oceânico: dar a volta na Ilha Grande remando, 95km em 3 dias. Foi ai que começou a minha contaminação por essa atividade tão prazerosa.

Adorei o desempenho e autonomia do caiaque, a sensação de navegar sem ruído ou poluição e de chegar a locais remotos e escondidos sem deixar rastro algum. O caiaque permite navegar em pequenas profundidades possibilitando visualizar cenas da natureza impossíveis de serem vistas em outros tipos de embarcações, e o melhor, é a cara de surpresa do pessoal quando vê a gente chegar: “o que? Vocês vieram remando nisso aí?”

Incrível que apenas com aquela casquinha de fibra, se consegue ir tão longe, sem depender de ninguém… Depois da volta na Ilha Grande, fizemos várias outras: praia de Copacabana/Ilha Bela, Cananéia/Marujá , etc. Assim, fomos aperfeiçoando o modo de viajar em caiaque. Cada vez sobrava mais espaço no barco e passa-se melhor com menos apetrechos. Viajando no modo mais simples possível. Quando me lembro do volume de coisas que levamos naquela primeira viagem e nem chegamos a usar, caio na risada!

Apesar da sua autonomia, não se pode exagerar no volume que se leva no caiaque. Tudo tem que ter o seu lugar e deve-se reduzir ao máximo o volume e peso do que se carrega. Nessas horas a rede leva vantagem em relação à barraca. Geralmente nas praias brasileiras, o que não falta é árvore pra se armar uma rede.

A velocidade do caiaque é ideal para dar tempo de se absorver o ambiente à sua volta. Eu compararia até à bicicleta: a pé, muitas vezes fica devagar demais e de carro é rápido demais e não dá tempo de você absorver a paisagem que vai passando. Quanto mais simples a maneira de se viajar, maior simpatia e receptividade da população local você recebe.

Do mesmo modo que acampar de rede é tão simples para o brasileiro, que nem é considerado acampar.

Certa vez, em uma das viagens de caiaque, paramos para pernoitar em uma praia. Estávamos com as redes armadas, quando o caiçara que tomava conta do local, nos abordou em tom ríspido, alertando que era proibido acampar ali. Depois que ele notou as nossas redes, ele começou a coçar a cabeça, ficou meio sem jeito e olhando meio de lado pra nós, falou: “Na verdade, como vocês estão com rede, acho que até pode. Acampar é que não pode!” E passamos a noite papeando sobre o modo de vida naquele local tão remoto…

Christian Fuchs

Como evitar o frio em redes

Olá amigos,

Na newsletter anterior, falamos sobre a melhor maneira de dormir em Redes, neste mês vamos falar um pouco sobre como evitar o frio na hora de dormir.

Apesar de ser largamente utilizada como cama no nordeste e norte do Brasil (praticamente só se dorme em rede), o método de se acampar com rede no sul e sudeste não é tão difundido. Provavelmente, essa cultura de dormir em redes dos nordestinos, venha do fato da rede ser muito fresca, pois dormir em colchão se torna desagradável, pelo calor. Essa vantagem para eles, acaba se tornando quase uma desvantagem para as regiões mais frescas, pois o dorminhoco acaba ficando com frio.

Isso se resolve muito bem, utilizando-se um saco de dormir ou uma coberta, entre a rede e o nosso dorminhoco. Até para casos mais frios (uns 10°C, por exemplo) existe solução: além do saco de dormir, você pode deitar-se sobre um isolante térmico auto-inflável ou mesmo um isolante de EVA expandido, dentro da rede. Isso faz com que as suas costas fiquem isoladas do frio. Nesses casos, apenas o saco de dormir não é suficiente, pois o que isola é a camada de ar, que o saco de dormir é capaz de armazenar dentro das suas câmaras. Quando você se deita sobre ele, essas câmaras são esmagadas e praticamente não existe ar para te isolar nos pontos de contato com o solo ou com a rede. Exatamente nesses locais é que ocorre a maior perda de calor. O mesmo acontece na barraca, se você dorme no saco de dormir, sem o isolante térmico auto-inflável ou de EVA.

Por hoje é só, até a próxima newsletter com dicas e novidades sobre o meio outdoor.

Christian Fuchs

Acampamento em Rede de dormir

Olá amigos,

Olha nós aqui com mais uma edição da Newsletter Kampa. Desta vez vamos falar um pouco sobre acampamentos em rede de dormir.
A maior preocupação de quem monta uma barraca, é encontrar um local plano, sem pedras e galhos, que não empoce água, tarefa essa nem sempre muito fácil em acampamentos selvagens. E se pensarmos em acampamentos com mínimo impacto à natureza, complica ainda mais um pouco, pois às vezes, somos obrigados à “preparar o terreno”, para acomodarmos a barraca.
Justamente, uma das coisas que me deixa mais feliz, quando eu acampo com redes, é olhar o local onde dormimos e não distinguir onde armamos o acampamento! A sensação de ter passado quase despercebido o pernoite no local, deixando do mesmo jeito que encontramos! Daí começa o sentimento de preservação da natureza.

E como fazer essa proeza? Vamos começar é já!
Primeiro você precisa encontrar árvores de certo porte (com no mínimo uns 20 cm de diâmetro), que agüente você e seus colegas, tenha raízes profundas (nunca um palmito ou mamoeiro, que tem raízes superficiais) e distantes de uns 3,5 a 4 metros uma da outra, sem nenhuma outra no meio do caminho. Árvores que se dividem em 2, ou árvores paralelas também são ideais, que você consegue montar uma rede pra um lado e outra pro outro. Se não existir árvores grandes, pode-se também escorá-las com cordas, para que elas não caiam e assim, toda a nossa alegria do mínimo impacto vai pro brejo!
O ideal é montar 3 redes, como um “triliche”, pois além de não sobrecarregar tanto a árvore, o toldo plástico (de 4x3m ou maior) vai te proteger bem da chuva. As distâncias entre as redes não deve ser menor que 0,5 metros, para que você não durma dentro da rede do seu vizinho de baixo! Observe que redes diferentes cedem também de diferentes maneiras! E comece sempre montando as redes de baixo e usando elas de degrau, para montar as superiores, até o toldo. Se estiver chovendo, comece pelo toldo e depois monte as redes no seco.
Outra dica, que desenvolvemos depois de muito tomar chuva, é usar um mosquetão entre o olhal e a corda, que faz com que a água da chuva que escorre pelo tronco, pingue do mosquetão e não escorra pra sua rede.

Fator importantíssimo pra você dormir bem, é colocar o toldo bem montado. Eu recomendo aqueles plásticos de loja de construção (de preferência o transparente, que dá pra ver as estrelas de noite e fica mais iluminado de tarde, vêm em rolos com 4 metros de largura e não custa caro) com 5×4. Fica um pouco grande pra carregar, mas é garantia de dormir seco, não importa a chuva! 3×4 tb funciona e é quase metade do tamanho. Passe um cabinho (geralmente de nylon de 3 mm, que dá pra reaproveitar) esticado por cima da última rede, para fazer a cumeeira e estique as pontas para baixo. Não precisa ser tão colado nas redes, pra não ficar encostando no plástico. O ideal é envolver as árvores das redes com o toldo, pra evitar que a água escorra pelo tronco para as redes, quando chove.
Mais uma dica é pendurar as suas coisas na rede, pois à noite dá uma preguiça danada de levantar da rede pra pegar algo. E faça xixi antes também, se não corre o risco de molhar os vizinhos de baixo!
E boa noite, ouvindo a chuva cair, sonhando quentinho e macio no seu saco de dormir, com aquele cheirinho de mata molhada…
No próximo número vamos falar da melhor posição de se dormir em uma rede e como não passar frio na mesma. Abraços e até a próxima…

Christian Fuchs

Apresentação

Caros amigos,

Estamos iniciando a partir desta newsletter uma coluna destinada às pessoas que adoram atividades ao ar livre. E para assinar nossa newsletter com dicas e novidades do meio outdoor: Christian Fuchs. Abaixo, ele por ele mesmo:

“ Estava eu e mais uns companheiros de “aventurinhas”, sentados na praia em Ubatuba, emburrados por não ter mais o que inventar, quando a minha mãe falou zombando: “por que vocês não vão subir aquele pico?” E os olhos daqueles moleques de 14 anos brilharam, ao perceber um narigão de pedra, no alto da serra do mar (e minha mãe já se arrependia da idéia dada…). Um destino fantástico pro final das férias de verão!
Aquele pico era o Pico do Corcovado e provavelmente aquela era a nossa primeira “grande expedição” sozinhos e aí fui infectado por esse vírus, de sempre correr atrás de algo novo pra descobrir.
Na verdade, grande parte desse espírito já veio dos meus pais, campistas das velhas e foi se aprimorando, quando entrei pra um grupo escoteiro meio fora do padrão, onde muitos curtiam fazer as coisas que eu gostava. E todo feriado estávamos de mochilinha Vidigal de pano nas costas, bermuda jeans, camiseta surrada, rede soneca e tênis comander (que era o grande luxo da época), a entrar em mais uma roubada. Hoje os materiais mudaram muito (esta cheio de goretex, sympatex e outros tex), a nossa caminhada virou “trekking” e as mochilas e equipamentos ganharam um monte de nomes bonitos… Mas o respeito pela natureza, o gosto pelo desconhecido e aquele clima bom entre os amigos de caminhada continuam os mesmos!
Hoje trabalho com importação e exportação equipamentos outdoor e eco turismo e sempre que dá, inventamos umas boas, como por exemplo, a travessia a pé dos Lençóis Maranhenses, Chapada Diamantina, Aparados da Serra, Estrada Real em bicicleta, remadas em caiaque oceânico do Rio a São Paulo, de Salvador a Alcobaça, escaladas na Cordilheira Real na Bolívia e Aconcágua e tantas outras de menos renome, mas não menos importantes e marcantes…
A idéia dessa “coluna” é compartilhar idéias, viagens e técnicas, como por exemplo, como acampar em redes! Com o nosso clima e mata tropical, não existe nada mais adequado e cômodo! E incrivelmente pouquíssimo utilizado pelos caminhantes brasileiros…
Já imaginou montar um acampamento suspenso do chão, com 3 ou 4 andares de redes, cobertos por um toldo, não deixando nem o mato amassado no próximo dia? Aguarde então a próxima newsletter Kampa para saber como isso pode ser feito!

Christian Fuchs