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12.12.07

 

Fotos macro de insetos

Incrível esta galeria de fotos macro do fotógrafo Polonês Igor Siwanowicz. Foi muito difícil escolher uma só para postar aqui. Gostei desse Tatu-bola dando uma de Cirque de Soleil:


Vá rápido conhecer as outras fotos: photo.net/photos/siwanowicz


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22.10.07

 

Como remover um carrapato

Este fim de semana fui fazer uma trilha de bike próximo a Nazaré Paulista (SP) e trouxe além das fotos, um carrapato a tira colo. Foi assim que surgiu a curiosidade e necessidade de pesquisar qual a melhor maneira de remover-lo sem maiores prejuizos:

1. Com auxílio de pinças, segurar o carrapato pela extremidade em que ele se fixa na pele e fazer movimento lento, mas firme, para retirá-lo. (evitar segurá-lo pelo meio do corpo).




Remova os carrapatos segurando-os com uma pinça pela extremidade mais próxima da pele possível e puxe-os para fora

2. Na ausência de pinças isto pode ser feito com as mãos protegidas por luvas ou mesmo papel higiênico. Evite fazê-lo com as mãos desprotegidas, mas caso não haja outra opção é melhor retirá-lo mais rapidamente do que aguardar as condições ideais.

3. Após ter removido o carrapato, desinfete o local da picada e lave as mãos com sabão e água.

4. Não espremer, nem esmagar o carrapato porque seus líquidos podem conter bactéria Ricketsia rickettsii. A pele exposta acidentalmente aos líquidos do carrapato pode ser desinfetada com álcool ou com lavagem com água e sabão.


5. Em casos de infestação intensa, principalmente pelas larvas (micuim), que são dificilmente visíveis, o uso de sabonete à base de deltametrina pode ser mais eficaz do que a retirada manual um-a-um.

Nunca: queimar com fósforo ou por gelo ou outras alternativas, elas podem na verdade estimular a liberação de líquidos contaminados (linfa) pelos carrapatos.

Fonte: Secretaria Municipal de Saúde - Campinas

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11.10.07

 

Doação de Sangue

Para compreender melhor como funciona a "doação de sangue" aos pernilongos mostrada corajosamente no vídeo abaixo, vamos por etapas:

1. Para nutrir seus ovos, a fêmea (e só ela) não hesita em chupar nosso sangue de canudinho — ou melhor, com o seu proboscis, a extensão da sua boca. Por ser serrilhado, esse bico pontiagudo não se encosta direito na pele da vítima e, daí, passa quase despercebido pelos receptores nervosos. Quando a pessoa sente, é tarde: a fêmea já se empanturrou de sangue, até porque aproveita o mesmo proboscis para injetar uma enzima anticoagulante que facilita a tarefa.

2. A enzima, porém, é encarada como um corpo estranho, chamando a atenção de células de defesa, que logo vão acudir. E, como elas correm pelos vasos capilares todas ao mesmo tempo, alguns deles se rompem, deixando escapar o seu líquido. O resultado desse vazamento é o edema, aquela bolota no local da picada, provocando também uma coceira de dar nos nervos.

3. Acredite: o sistema de defesa precisa de dois dias inteiros para quebrar a enzima do pernilongo em pedaços minúsculos, que são eliminados em seguida. Aí os sintomas vão embora de vez. Antes disso você pode conseguir algum alívio com compressas frias ou, ainda, uma pomada antialérgica receitada pelo médico.




Não se preocupe, é preciso 1,12 milhões de picadas como essa para tirar todo o seu sangue. Ou se preocupe, e leve seu BugStop para a trilha.

Para ver a animação, clique aqui!
Fonte: Renata Cocco, Alergologista

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